terça-feira, 20 de julho de 2010

Etona no 18º Congresso Mundial de Estética

O artista plástico Tomás Ana “Etona” representará Angola no 18º Congresso Mundial de Estética a realizar-se de 9 a 13 de Agosto na República da China. A informação foi avançada hoje à Angop pelo artista, que diz ser uma oportunidade para mostrar, mais uma vez, ao mundo a força das artes plásticas angolanas, em particular, e em geral da cultura angolana.

O artista realça que o convite é o reconhecimento a qualidade do trabalho dos artistas plásticos angolanos, que muito têm feito em prol da afirmação do país na arena internacional. “Não será simplesmente o trabalho do Etona a ser apreciado, mas sim toda a cultura angolana. Quero com isto dizer que, o convidado é o artista plástico Etona, mas estará em jogo o nome de Angola, sendo, portanto, uma excelente oportunidade para os artistas plásticos angolanos”, disse. Etona avançou que vai levar a China 30 obras, sendo 15 trabalhos de escultura em madeira e igual número de pintura. “Infelizmente estou um pouco limitado devido ao tempo de preparação e também em função dos apoios conseguidos para a minha participação no evento. Se tivesse arranjado os patrocínios necessário poderia levar mais obras, mas, mesmo assim, prometo levar o melhor”, reforçou. O evento, de acordo com Etona, tem grande relevância devido ao facto de se tratar de um certame onde estará em evidência as artes plásticas através da ciência de estética. Além da exposição, Etona vai ainda falar sobre o tema “Aminesse das artes plásticas angolanas”, que terá a apresentação do sociólogo e filósofo português José Luís Ferreira. Convidado a fazer uma abordagem sobre a actualidade das artes plásticas angolanas, Etona reconhece haver muitas melhorias em todos os sentidos, realçando que se deve, em parte, ao esforço dos artistas plásticos angolanos que muito têm feito em prol da cultura nacional.


“Apesar disto, é necessário que se aposte mais na formação, no respeito e na valorização do trabalho desenvolvido pelos artistas angolanos. Os quadros formados devem merecer mais respeito e serem mais valorizado”, disse.

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